
As questões fundamentais da filosofia
By Martin HeideggerLength9h 11m
About this audiobook
Publicado originalmente na Alemanha em 1984, esta é a primeira tradução brasileira do curso que Heidegger ministrou na Universidade de Freiburg em 1937- 1938. A tarefa de Heidegger nesta obra é recolocar a questão da essência da verdade não como um 'problema' ou um tema de 'lógica', mas como uma questão filosófica genuína, uma das questões básicas da filosofia. Este curso é sobre a essência da verdade e a essência da filosofia. Além disso, estas aulas foram dadas em um momento que Heidegger estava escrevendo sua segunda obra-prima, Contribuições à filosofia, e fornecem a melhor introdução para este texto complexo e crucial.
Audiobook details
Rating★★★★ 4.3 (211)
Includes Goodreads, Amazon, LibraryThing
GenrePhilosophy
Length9 hrs 11 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
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Publish dateJun 8, 2017
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
2Parte Preparatória A essência da filosofia e a questão acerca da verdade
3Primeiro Capítulo Interpretação prévia da essência da filosofia
4§ 1. A filosofia futura e a retenção como tonalidade afetiva fundamental da ligação com o seer
5§ 2. A filosofia como saber imediatamente inútil, apesar de soberano, sobre a essência do ente
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6§ 3. O questionamento acerca da verdade do seer como saber soberano
7Segundo Capítulo A questão acerca da verdade como questão fundamental
8§ 4. A verdade como “problema” da “lógica” (correção do enunciado) distorce a visão da essência da verdade
9§ 5. Discussão da verdade a partir da questão fundamental da filosofia juntamente com a inserção de uma confrontação histórica com a filosofia ocidental. Urgência3 e necessidade de um questionamento originário
10Repetição
111) A questão acerca da verdade como o que há de mais necessário à filosofia na era da total ausência de questionamento
122) O digno de questão na determinação até aqui da verdade (verdade como correção do enunciado) como o que urge para a questão acerca da verdade
13§ 6. A definição tradicional da verdade como correção
14§ 7. A contenda entre idealismo e realismo sobre o solo comum da verdade como correção da representação
15§ 8. O campo de jogo da abertura quádrupla e una. Primeira referência ao que há de digno de questão na definição tradicional da verdade como correção
16§ 9. A concepção da verdade e a concepção da essência do homem. A questão fundamental acerca da verdade
17a) A determinação da essência da verdade em sua conexão com a determinação da essência do homem
18b) A questão acerca do fundamento da possibilidade de toda correção como questão fundamental acerca da verdade
19Repetição
201) A relação entre pergunta e resposta no âmbito da filosofia
212) A determinação corrente da verdade como correção da representação e a abertura quádrupla e una como fundamento digno de questão da possibilidade da correção da representação: c) A questão acerca da verdade como o mais questionável de nossa história até aqui e como o que há de mais digno de questão de nossa história por vir
22Parte principal Pontos fundamentais sobre a questão acerca da verdade
23Primeiro Capítulo A questão fundamental acerca da essência da verdade como meditação histórica
24§ 10. A ambiguidade da questão acerca da verdade: a busca do verdadeiro – o meditar sobre a essência da verdade
25§ 11. A questão sobre a verdade como questão acerca da essência do verdadeiro: não um questionamento acerca do universal conceitual do verdadeiro
26§ 12. A questão acerca da legitimidade da definição corrente da verdade como ponto de partida para o retorno ao fundamento da possibilidade da correção
27§ 13. A fundamentação da concepção tradicional da verdade na reorientação para a sua proveniência
28a) A consideração historiológica do passado
29b) A meditação histórica sobre o porvir como o início de todo acontecimento
30Repetição
311) A ambiguidade da questão acerca da verdade. A essência não é o universal indiferente, mas o mais essencial
322) A obviedade questionável da concepção tradicional de verdade e a questão acerca de sua legitimidade
333) Para a fundamentação da concepção corrente da verdade na meditação histórica sobre sua proveniência. A diferença entre consideração historiológica e meditação histórica: c) A conquista do início na experiência de sua lei. O histórico como a extensão do porvir em direção ao cerne do ter-sido e do ter-sido em direção ao cerne do porvir
34§ 14. O retorno à doutrina aristotélica da verdade do enunciado como meditação histórica
35§ 15. A questão acerca da fundamentação aristotélica do enunciado como essência do verdadeiro
36§ 16. A viragem da questão acerca da essência do verdadeiro para a questão acerca da verdade (essencialidade) da essência. A questão acerca da concepção aristotélica da essencialidade da essência
37Repetição
381) Rejeição de três interpretações equivocadas da distinção entre consideração historiológica e meditação histórica. Ciência e meditação histórica
392) O caminho da questão acerca da essência do verdadeiro para a questão acerca da verdade (essencialidade) da essência
40Segundo Capítulo A questão acerca da verdade (essencialidade) da essência
41§ 17. Meditação histórica sobre a determinação platônico-aristotélica da essencialidade da essência
42a) As quatro caracterizações da essencialidade da essência em Aristóteles
43b) A essência como o ser-o-que de um ente. O ser-o-que como ἰδέα: o constantemente presente, aquilo que é visto de antemão, o aspecto (ε͡ἰδος)
44Repetição
451) Quatro caracterizações da essencialidade da essência em Aristóteles. O ser-o-que em Platão: a ἰδέα como o de antemão visto, o aspecto
462) Para a compreensão da essência vista de antemão
47§ 18. A determinação grega da essência (o ser-o-que) no horizonte da compreensão de ser como presença constante
48a) A determinação da essência (o ser-o-que) como entidade (οὑσία) do ente. A compreensão do ser como presença constante é o fundamento para a interpretação da entidade (οὑσία) como ἰδέα.
49b) Consolidação da compreensão grega da ἰδέα
50§ 19. A falta de uma fundamentação da determinação essencial do verdadeiro como correção do enunciado em Aristóteles. A questão acerca do significado da fundamentação