Um retrato da vida religiosa como palco para exibições sociais na sociedade brasileira oitocentista. O conto acompanha personagens que se encontram antes da celebração religiosa, mais preocupados com aparências e fofocas do que com devoção. Machado revela, com sua característica ironia, a superficialidade da fé e a importância do ritual social sobre o espiritual, oferecendo uma crítica sutil aos costumes e à religiosidade de fachada da elite carioca do Segundo Império.