Uma narrativa irônica sobre gratidão e interesse próprio na sociedade brasileira. O conto explora como atos aparentemente altruístas frequentemente escondem motivações egoístas. Através de personagens que professam gratidão enquanto calculam vantagens, Machado disseca a falsidade das relações sociais e expõe a hipocrisia das "almas agradecidas" que rapidamente esquecem favores recebidos quando não há mais benefícios a extrair, oferecendo uma crítica aguda aos valores morais da época.