61.3 O Judaísmo sob a influência do helenismo
492.2.2 O conceito de justiça
71.3.1 A adequação do Judaísmo para manter a observância da Lei
502.2.2.1 Cultura greco-romana
81.3.2 O direito de praticar a Lei
512.2.2.2 Cultura judaica – Antigo Testamento
91.3.3 A luta para garantir a observância da Lei
522.2.2.3 A justiça no Novo Testamento e em Paulo
101.3.4 O enfraquecimento dos ideais macabeus na vivência da Lei
532.2.2.4 A compreensão de justiça na Teologia Contemporânea
111.4 A diversidade de expressões religiosas no Judaísmo primitivo
543 A GRAÇA PARA JUDEUS E GENTIOS: UMA VISÃO DE PAULO
121.4.1 O movimento apocalíptico
553.1 Os intérpretes de Paulo na pesquisa moderna e contemporânea
131.4.1.1 A literatura apocalíptica
563.2 A nova perspectiva paulina
141.4.1.2 Raízes do apocalipsismo
573.2.1 O nomismo da Aliança
151.4.1.3 Continuação da profecia
583.2.2 Por que Paulo contesta o nomismo da Aliança?
161.4.1.4 Dualismo
593.2.3 O conceito de “érgōn nómou” - “obras da Lei”
171.4.1.5 O interesse da Apocalíptica – o futuro
603.2.4 Propósitos da nova perspectiva
181.4.1.6 Ressurreição
613.2.5 Controvérsias
191.4.1.7 O amadurecimento da fé no Deus único
623.2.6 A maldição da Lei
201.4.1.8 A linguagem apocalíptica
633.2.7 Impor as obras da Lei aos gentios fere a igualdade
211.4.1.9 A importância da Apocalíptica
643.2.8 Paulo rompeu com a Lei?
221.4.2 Grupos político-religiosos
653.2.9 O nomismo da Aliança não dispensaria Cristo?
231.4.2.1 O grupo dos saduceus
663.2.10 Inter-relacionamento entre fé e obediência
241.4.2.2 O grupo dos fariseus
673.2.11 Cumprir a Lei é viver segundo o Espírito
251.4.2.3 O grupo dos zelotas
683.2.12 O rompimento da visão tradicional – nomismo da Aliança
261.4.2.4 O grupo dos essênios
693.2.13 O entrave do nacionalismo
271.5 A comunidade de Qumran
703.2.14 Tarefa de resgatar o Judaísmo como tradição da graça
281.5.1 Localização de Qumran
713.2.15 Rever a imagem de Paulo
291.5.2 Como os manuscritos foram encontrados
723.2.16 Paulo como “chamado” e a verdadeira imagem do Judaísmo
301.5.3 O que está escrito nos pergaminhos
733.2.17 Raízes judaicas da justificação pela fé
311.5.4 Quem escreveu os manuscritos
743.2.18 O “centro” da teologia paulina
321.5.5 Os manuscritos encontrados nas onze grutas
753.2.19 A circuncisão como marcador de fronteira
331.5.6 A constituição de uma comissão para desvendar o material
763.2.20 Evangelho de Paulo: continuidade ou descontinuidade?
341.5.7 Teorias sobre a origem da comunidade de Qumran
773.3 A contribuição de Qumran no estudo bíblico
351.5.8 O processo de iniciação na comunidade
783.3.1 A manifestação da justiça de Deus
361.5.9 A Regra da Comunidade – estágios do documento
793.3.2 Principais passagens dos manuscritos que falam da justiça de Deus
371.5.10 Principais concepções da comunidade de Qumran
803.4 A relação dos manuscritos de Qumran com a Bíblia
381.5.11 A vida prática
813.4.1 Em que Qumran ajuda para o estudo da Bíblia
391.5.12 A relação com o Templo e a prática da pureza
823.4.2 O que nos traz de novo sobre o Judaísmo
401.5.13 Os eleitos
833.4.3 Em que auxilia para o Cristianismo
412 A JUSTIÇA DE DEUS
843.4.4 Afinidades entre os manuscritos de Qumran e o Novo Testamento
422.1 Uma exegese de Rm 3,21-31
853.4.5 Aproximações entre os escritos paulinos e os textos de Qumran
432.1.1 O texto e sua tradução
86CONCLUSÃO