6I.1 Um breve panorama sobre Vianinha31
28II.6.3 “Pesadelos de uma noite de verão” (20/03/1975)
7I.2 Algumas linhas sobre Armando Costa e Paulo Pontes
29II.7 A crônica de uma família saudável
8I.3 Ditadura, Rede Globo e intelectualidade de esquerda
30CAPÍTULO III
9I.4 Apontamentos acerca de A Grande Família
31Um programa para um público amplo: da dona-de-casa ao malandro
10CAPÍTULO II
32III.1 “Pai, acho que a mãe fundiu a cuca” (24/05/1973)
11Uma família muito unida e também muito ouriçada
33III.2 “Fantástico: o primeiro ordenado do meu genro” (31/01/1974)
12II.1 A comédia de costumes brasileira: de Martins Pena a Vianinha
34III.3 “De careta e hippie, todos nós temos um pouco” (11/07/1974)
13II.2 A decupagem clássica como estética audiovisual
35III.4 “Não me leve a mal, meu amor, mas eu não aguento você” (13/03/1975)
14II.3 Um retratado dos anos 1970: referências e expressões faladas
36III.5 As relações interpessoais cotidianas
15II.4 Seres humanos passíveis de erros e acertos
37CAPÍTULO IV
16II.4.1 Lineu Silva
38A Grande Família pela ótica da Censura Federal: uma classe média conformista, mas nem tanto
17II.4.2 Irene Silva
39IV.1 A Censura de Diversões Públicas
18II.4.3 Maria Isabel Silva
40IV.2 O hilariante e positivo programa A Grande Família
19II.4.4 Agostinho Carraro
41IV.2.1 Os pareceres anteriores à entrada de Vianinha
20II.4.5 Lineu Silva Júnior
42IV.2.2 Os pareceres posteriores à entrada de Vianinha
21II.4.6 Artur Silva
43IV.3 Crítica social ou proteção à moral e aos bons costumes?
22II.4.7 Seu Floriano
44Um circuito de ambivalências