
Length5h 43m
About this audiobook
Qual o sentido da vida? Por que Deus permite o sofrimento? Será que a dor é mesmo inevitável e o sofrimento opcional? De onde viemos, o que somos e o que é, afinal, a vida? Nas páginas dessa verdadeira obra-prima da literatura contemporânea vocês obterão um pouco mais da verdadeira Sabedoria de Deus, do seu propósito, do seu modo de agir e sobre as razões de estarmos vivos. Do mesmo modo, por ser um livro de filosofia para iniciantes, nele você descobrirá o que representam mundos como o nosso, de que eles são constituídos e o porquê de as coisas serem como são em sociedade. Ademais, ao folheá-lo, você se convencerá, cada vez mais, de que a cura da alma é, sim, uma possibilidade, que a dor emocional pode ser um instrumento de aprendizado, e que, mais importante do que atingir a plenitude nesse mundo, é o tomarmos como apenas uma etapa de um longo processo de evolução espiritual. Ao final, como também se propõem os livros sobre espiritualidade, ele lhe revelará o seu verdadeiro destino como espírito, de que essência você é realmente constituído e como tornar o mundo um verdadeiro trampolim para um mundo melhor. E mais: saberá como age o Criador para com a sua criação, o que ele, de fato, espera de nós e como garantir a nossa passagem para um mundo mais evoluído. Pois eis que é chegada a hora de obtermos todas as respostas, conhecermos todas as razões, em um verdadeiro clássico sobre as razões de ser do homem, do espírito e do mundo.
Audiobook details
GenrePhilosophy, Literary Classics
Length5 hrs 43 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 5, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1Iª Parte
2No entanto, ela não conseguiu até agora oferecer nenhuma resposta que fosse
3Blavatsky, lembra-nos que: “Mesmo sobre essa terra de degradação material
4E, para completar, temos as conclusões de todas as religiões conhecidas, que
5visivelmente escolhem exilar-se nesse mundo de sofrimentos para algum tipo
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6cuidam com total zelo pela manutenção desse estabelecimento penal chamado
7“Rompendo com o animal que existe em nós”, até que possamos simplesmente
8Mas não poderia encerrar aqui essas minhas tão demoradas considerações sem
9mensagem para os que se consideram verdadeiramente fiéis e cristãos:
10Como fiéis merecedores de um dia sermos verdadeiramente chamados filhos de Deus!
11engrenagem movida pelo Ser Supremo.
12O CRIADOR E A CRIAÇÃO
13Nada disso!
14o conhecimento adquirido durante bilhões ou trilhões de anos de trabalho pela
15evoluídos deixem imediatamente aquele lugar, e que outros, também imediatamente, os substituam!
16Percorrendo e percorrendo, diligentemente, todos os mundos, materiais e
17Ah! E com que prazer Ele receberá, finalmente, após longa e dolorosa
18Nada disso!
19Afinal, o que pode impedir um Onipotente Criador de, sabendo que em
20verdadeira razão de existirmos, que é a de alcançarmos a necessária pureza
21propriedade privada. Portanto, teríamos também, a partir dali, o germinar de
22O indivíduo podia considerar-se, em certa medida, livre, já que não dependia
23Era como se o homem, finalmente, lobrigasse o seu destino “glorioso” de
24uma certa liberdade, que eram, de certa forma, a marca inconfundível da
25obviamente, que tratava-se, ali, de uma liberdade relativa e limitada pela nossa
26A sua subsistência agora já não seria garantida exclusivamente pelos seus
27II
28Em síntese, o que temos agora são os descendentes (ou simpatizantes)
29defendem, mesmo que inconscientemente, a apropriação da produção em favor
30Ser de “esquerda”, agora, exige, também, uma postura mais pragmática e
31mais perfeita ordem e harmonia— foi quase que unanimemente escolhido: o
32De fato, nada de sublimes ideais espirituais e supostamente tão elevados que
33infindáveis e com resultados questionáveis, nas quais, em nem um só
34tempo determinante questão – que, na verdade, pode ser considerada aqui
35tanto medo quando, ao final, tais convicções e ideologias para nada mais
36Sangue, dor, medo, guerras, revoltas, batalhas e revoluções: apenas luta por
37quando, por necessidade, tiverem que decretar o fracasso da “revolução” e
38que as nossas motivações são as mesmas dos animais selvagens. Após
39Thoreau
40DILEMAS DO PROCESSO DE INCLUSÃO E DE IGUALDADE
41Estado que permitiria ao cidadão preservar as suas diferenças em relação aos
42Um triste espetáculo que simplesmente nivela por baixo os indivíduos
43Ainda seguindo essa linha de raciocínio, não custa lembrar outro pensamento
44assimilação ou, pelo contrário, objeto de segregação, expulsão ou extermínio.
45gostos, os interesses, as crenças religiosas, as preferências políticas, até
46E, parafraseando o célebre Immanuel Kant, que conhecia “um pouco” da
47BRANCOS E NEGROS: Dois caminhos, o mesmo fim.
48uma sociedade. Torna-se escravo, pois, o indivíduo que coloca sua vida
49fornecendo-nos um manancial teórico que a ele eu, um simples inspirado, um
50Escrúpulos! Uma parede! Um muro! Ou, literalmente, a “pedra no sapato”; um