
Melodia prateada, chamas da noite (Série A lenda do último reino, livro 1)
By Amélie Wen ZhaoLength15h 56m
About this audiobook
Em um reino conquistado, uma garota carrega a chave para descobrir os segredos sobre o passado do seu povo e libertar os demônios adormecidos em seu coração.
Antes da Conquista, o nome de Lan era diferente. Agora, ela usa o nome que os colonizadores elantianos lhe deram. A garota passa seus dias procurando algumas sobras do passado - qualquer coisa que possa ajudá-la a compreender a estranha marca que sua mãe selou em seu braço, o último ato antes de Mama morrer.
Ninguém conseguia enxergar a misteriosa marca até a noite em que Zen aparece na casa de chá, salvando a vida da garota do Feiticeiro Invernal.
Zen é um praticante - um dos folclóricos heróis do Último Reino, que cultivavam a magia e as artes marciais - com habilidades que supostamente são derivadas dos demônios com os quais se comunica. Conhecedor de uma magia que havia muito acreditava-se estar perdida. Uma magia que deveria ser escondida a qualquer custo.
Tanto Lan quanto Zen têm segredos enterrados nas profundezas de seu ser. O destino os conectou, mas ele ainda não foi escrito. Ambos têm o poder de libertar sua terra dos estrangeiros. E ambos possuem o poder de destruir o mundo.
Melodia prateada, chamas da noite é uma fantasia épica carregada de magia e aventura. Fazendo-nos embarcar de coração e alma na mitologia chinesa e ansiar por sua continuação.
Audiobook details
Rating★★★★ 4.2 (32.6K)
Includes Goodreads, StoryGraph, Amazon, LibraryThing
GenreYoung Adult
Length15 hrs 56 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateAug 8, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1Dedicatória
2CRONOLOGIA
31 - O poder é sempre emprestado, nunca criado.
42 - Na vida, o qì arde e se move como yáng; na morte, o qì esfria e se imobiliza como yīn. Um corpo com um qì agitado é indicativo de uma alma agitada.
53 - Para saber o futuro, é preciso compreender o passado.
Show all chaptersShow less
64 - Que sua alma se encha de paz e você encontre o caminho para casa.
75 - Mentiras gentis podem derrubar reinos.
86 - Praticantes suspeitos de utilizar poderes demoníacos de qualquer tipo, incorrendo em práticas banidas, estarão sujeitos a interrogatório, punição e morte pela corte imperial.
97 - Praticantes do Caminho realizam uma troca equivalente, pois não é possível receber sem dar. O poder emprestado deve ser devolvido, e o poder em si exige pagamento.
108 - Meditação é a prática do completo desapego do mundo físico, entrando em comunhão com o fluxo externo e interno do qì e a harmonia constante do yīn e yáng.
119 - O espírito de raposa yāo se esgueirou pelo vilarejo à noite, em sua forma humana, seduzindo o coração dos homens e atraindo-os para sua caverna, onde consumiria a alma deles.
1210 - Não importa quão luxuosa seja a vida de um pássaro na gaiola, ele permanece à mercê de seu mestre.
1311 - Yīn e yáng, mal e bem, preto e branco, demônios e humanos. É assim que o mundo é dividido. O que não pertence ao Caminho da prática deve ser aniquilado.
1412 - Uma pessoa nobre é bondosa com seus iguais e com os que lhe são inferiores, de maneira indiscriminada.
1513 - A lâmina em si não é nada além de um pedaço de aço frio; é quem a empunha que tira sangue.
1614 - fungo da lagarta (também conhecido como yartsa gunbu, ou “grama de verão, verme de inverno”) é parte animal, parte vegetal, e contém um excelente equilíbrio de yīn e yáng, com uma miríade de efeitos curativos.
1715 - Em uma jornada com três discípulos, sempre encontrarei um mestre.
1816 - Na morte, uma alma pode deixar uma marca neste mundo, seja em um objeto ou em um ser vivo. Essa alma passará para o próximo mundo incompleta e nunca encontrará descanso.
1917 - As davídias florescem nos solstícios de primavera e verão. Elas também são conhecidas como árvores-fantasma, por suas flores brancas que, dizem, representam almas penadas.
2018 - Na morte, tanto o corpo quanto a alma retornam ao curso natural do qì neste mundo e no próximo. É de uma tristeza indescritível quando uma alma permanece presa neste mundo como um eco, devido a um assunto pendente que não tem como resolver.
2119 - O reino antes da vida, a honra na morte.
2220 - A arte final é o ofício exclusivo de cada escola de prática, revelado a mais alta honra concedida por um grão-mestre a seus discípulos.
2321 - Força sem controle e poder sem equilíbrio são como caminhar rumo às trevas sem luz.
2422 - A pessoa que segue a harmonia do meio-termo segue o caminho do dever e não deve deixá-lo.
2523 - É dever do praticante escolher defender em vez de atacar, proteger em vez de ferir, e procurar paz em vez de guerra.
2624 - Um praticante precisa não apenas se devotar ao corpo, mas também à mente e à alma. Um corpo obediente com uma alma traidora engana a si mesmo.
2725 - Então a velha casamenteira da lua disse aos amantes: “Este fio vermelho, eu lhes outorgo. Pode esticar e enrolar, porém nunca se romperá. Ao longo dos ciclos, dos mundos e das vidas, suas almas estarão destinadas uma à outra”.
2826 - Dividimos a eclíptica do céu noturno em quatro regiões, cada uma delas governada por um dos quatro deuses-demônios. Como um reflexo da terra, o céu também obedece às leis de yīn e yáng, como evidenciado pelo crescer e pelo minguar da lua e o ciclo infinito de dias e noites.
2927 - Não há paz sem violência, não há harmonia sem sacrifício, não há unidade sem perda da individualidade.
3028 - O vaqueiro e a tecelã foram banidos para cantos opostos no céu, separados pelo Rio da Morte Esquecida, para nunca mais poderem se abraçar.
3129 - O sábio subestima suas habilidades e superestima as do adversário.
3230 - As mais altas muralhas caem com um único tijolo mal colocado.
3331 - O luto é para os vivos. Os mortos não sentem nada.
3432 - O imperador não temia a espada do inimigo apontada para seu peito, e sim o veneno de uma amante administrado em sua própria cama.
3533 - A emoção nunca deve levar à guerra, pois a raiva passa e a vaidade é vazia, no entanto reinos perdidos e vidas destruídas nunca poderão ser recuperados.
3634 - A Garra de Falcão, uma das doze espadas lendárias, recebeu este nome do general Yeshin Noro Fulingca, fundador da nobre casa Yeshin Noro, do clã de aço jorshen. Era uma espada tão rápida que diziam que Fulingca cortou a garra de um falcão em meio ao voo enquanto caçava.
3735 - Entre os 36 estratagemas, o melhor é a retirada.
3836 - Aqueles que nascem com a luz em suas veias devem suportar o fardo de levar luz aos que não a têm.
3937 - A maior força reside em voltar a se levantar depois de cair.
40Epílogo - Yīn e yáng, bem e mal, magnífico e terrível, reis e tiranos, heróis e vilões. O emprego de palavras nos clássicos antigos é mera questão de perspectiva. Na verdade, trata-se de dois lados da mesma moeda. Quem vive para contar a história decide que lado escolher.
41Agradecimentos
42Penitência