
Length4h 19m
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Este trabalho didático, para ser usado nos cursos básicos de Engenharia e Licenciatura, visa sobretudo tratar das questões relativas às forças de inércia e a realçar a importância da escolha do referencial no estudo da Mecânica, segundo a visão machiana, utilizando uma abordagem não presente nos livros editados. Acrescentamos dois outros capítulos em face de sua utilização nas áreas tecnológicas de Engenharia: a Cinemática do Sólido e a Estática Lagrangiana, além de numerosos problemas.
Audiobook details
GenreTechnology
Length4 hrs 19 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateSep 7, 2021
LanguagePortuguese
Table of contents
1Everaldo Ribeiro Franco Professor Titular da Universidade Federal de Uberlândia
2Apresentação
3Janeiro, Luiz Paulo Mesquita Maia (1923-2016).
4A parte da Mecânica que apresento é uma Mecânica Clássica ou Mecânica
5O Conceito de Força
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6e que é chamada inércia3.
7A Síntese Galileu-Newton-Euleriana
8Analisando profundamente os dados experimentais de que dispunha, Galileu adquiriu
9(Galileu Galilei – Discorsi Intorno a Due Nuove Science. Leyden, 1638.).
10atuam sobre ela”.
11(República de Veneza), que era uma das mais famosas da Europa12.
12acelerações produzidas, pode-se escrever que:
13ΣF = m a = m 𝐫̈
14As duas primeiras leis de Newton descrevem o comportamento de uma partícula
15o seguinte:
16determinada situação física, usualmente focalizamos nossa atenção em uma porção de
17Newton.
18A Questão do Referencial
19Ressalte-se, ainda, que resulta da própria definição de movimento, que cada
20Posição do Problema
21Uma Classificação de Forças
22imenso sistema girante na nossa Galáxia).
23Uma Classificação dos Referenciais
24contribuiu decisivamente para o avanço da Mecânica.
25Esta equação de transformação das acelerações23 é muitas vezes chamada fórmula de
26interações partícula-partícula. Centrifugadoras funcionam!” (Sard, R. D. – Relativistic
27A Força de Einstein
28uniforme ou num sistema de referência acelerado”.
29O X
302ª Lei de Newton, que: T = m A.
31A Força Centrífuga de Inércia
32Imagine, agora, que o comportamento mecânico da esfera esteja sendo estudado por
33pode ser inercial.
34(solidário à Terra) – é, precisamente, a força centrífuga de inércia.
35A Força de Coriolis
36X
37Suponha que o observador solidário ao disco tenha escolhido como referencial um
38externas.
39uma partícula de uma forma radicalmente diferente da concepção newtoniana. Segundo
40Problemas
41rad/s. (University of California, Berkeley, exame de admissão ao curso de pós-graduação.)
42O
43velocidade de 15,0 km/h.
44Finn, Exemplo 6.3.)
45A B
46(University of California at Berkeley, exame de admissão ao curso de pós-graduação.)
47de admissão ao curso de pós-graduação.)
48New York, 1965. Problema 1. 10, p. 39.)
49comprimidas, nem distendidas, e supondo desprezíveis os possíveis atritos, pergunta-se: 1)
50E