
Capacidade do fungo Pleurotus ostreatus (cogumelo shimeji) na biorremediação de solos contaminados com chumbo (Pb)
By Duilio PereiraLength1h 35m
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O uso de biorremediação está ganhando interesse, e o objetivo da presente investigação é usar o fungo Pleurotus ostreatus para remediar solos contaminados com chumbo (Pb) e serragem como um complemento, um nutriente que permite maior eficiência e velocidade de crescimento. Para delinear esta pesquisa, foram testados três repetições e três tratamentos e unidade de uma placa como experimental inoculadas 3, 6 e 9; do substrato e do solo, foi reduzida a concentração, tanto quanto possível, de quatro a 12 dias. O tratamento foi mantido com uma umidade de 33% e uma temperatura estável de 22 °C na incubadora. Os resultados da concentração de chumbo no solo foram dados pelo tratamento T1 (três sementes) sendo o mais eficaz com 792,00 mg/kg, com redução do diâmetro do solo de 29,4%. Em conclusão, a dose mais eficiente é T1 com três sementes inoculadas com o fungo Pleurotus ostreatus em 4, 8 e 12 dias de colonização do solo. Esta pesquisa procurou salientar a eficiência, a velocidade e a viabilidade desse produto para tratamento de solos contaminados.
Audiobook details
GenreScience and Nature
Length1 hr 35 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateAug 22, 2023
LanguagePortuguese
Table of contents
1ÍNDICE DE ABREVIATURAS E SIGLAS
2INTRODUÇÃO
3MARCO TEÓRICO
4CAPÍTULO 1: O SOLO E SUA CONTAMINAÇÃO POR METAIS PESADOS
51.1 HORIZONTES DO SOLO
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61.2 SOLO E MATÉRIA ORGÂNICA
71.3 CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS
81.4 CONTAMINAÇÃO DO SOLO
91.5 BIORREMEDIAÇÃO
101.5.1 Biorremediação in situ
111.5.2 Biorremediação ex situ
121.6 INTERAÇÃO DE METAIS PESADOS COM FUNGOS
131.6.1 Classificação dos metais
141.6.2 O chumbo
15CAPÍTULO 2: O REINO DOS FUNGOS
162.1 O PAPEL DOS FUNGOS NA BIORREMEDIAÇÃO
172.1.1 Cogumelo como ferramenta de biorremediação
182.1.1.1 Biodegradação
192.1.1.2 Biossorção
202.1.1.3 Bioconversão
212.2 VIABILIDADE DA FERRAMENTA E PROCESSOS DE BIORREMEDIAÇÃO: 2.2.1 O fungo Pleurotus ostreatus
222.3 FUNGITOXIDADE DOS METAIS: ABSORÇÃO DOS METAIS PESADOS
232.4 MECANISMOS DE TOXICIDADE
242.4.1 Influência ambiental sobre a toxicidade do metal pesado para com fungos
252.4.2 Resistência e tolerância
262.4.3 Mecanismo de defesa
272.4.4 Efeitos de metais pesados nos fungos da podridão branca
282.4.5 Crescimento e a atividade metabólica
292.4.6 Morfologia micelial
30CAPÍTULO 3: DESENHO METODOLÓGICO
313.1 CARACTERIZAÇÃO DA PESQUISA
323.2 DELIMITAÇÕES E LIMITAÇÕES DO TRABALHO
333.3 UNIVERSO E SUJEITOS DA PESQUISA
343.4 PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS UTILIZADOS PARA A COLETA DE DADOS
353.5 PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS UTILIZADOS PARA A APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DE DADOS
36MARCO EMPÍRICO
37CAPÍTULO 4: RESULTADOS E DISCUSSÃO
38CAPÍTULO 5: CONCLUSÕES GERAIS E PROPOSTAS DE PESQUISAS FUTURAS
39ANEXOS