
Length10h 30m
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Assassinato no Palacete Bolonha conta a intrigante história de Eduardo Souto que foi encontrado no mesmo lugar onde sua amante morrera,na sala de banquetes de um dos principais patrimônios históricos no Pará, o Palacete Bolonha, com um punhal tunisiano enterrado pouco abaixo da nuca. A expressão tranquila de seu rosto fazia pensar que o golpe fora completamente inesperado. Contudo, a porta estava fechada a chave e o assassino pareciam ter entrado pela janela. naquela tarde houvera muito movimento no lugar, mas todos os suspeitos de tal crime,tinham álibis respeitáveis. O mais sério, porém, é que da casa do morto desaparecera uma carta denunciando um chantagista que levara ao suicídio a mulher que Eduardo amara.Um médico dedicado à profissão e conhecido das vítimas ,passa como por impulso, a juntar as peças e apontar o criminoso que escolhera um cenário imponente para uma ação tão ousada.Quem é ele?
Audiobook details
GenreLiterary Classics, Action and Adventure
Length10 hrs 30 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 5, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1Start
2CAPÍTULO I - O inicio
3CAPÍTULO II - O DIA
4CAPÍTULO III - O CULT IVADOR DE GRAVIOLAS
5CAPÍTULO IV - A CASA
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6CAPÍTULO V - O CRIME
7CAPÍTULO VI - O PUNHAL TUNISIANO
8CAPÍTULO VII - A PROFISSÃO DO MEU
9CAPÍTULO VIII - O INSPECTOR BASTOS SABE
10CAPÍTULO IX - O LAGO DO BOSQUE
11CAPÍTULO X - A CRIADA QUE SABIA DEMAIS
12CAPÍTULO XI - UMA VISITA DE PEÇANHA
13CAPÍTULO XII - UMA REUNIÃO ÍNT IMA
14CAPÍTULO XIII - A PENA DE PATO
15CAPÍTULO XIV - EDUARDO SOUTO
16CAPÍTULO XV - QUEM ERA RAIMUNDO
17CAPÍTULO XVI - UMA PART IDA EM FAMÍLIA
18CAPÍTULO XVII - SAULO
19CAPÍTULO XVIII - CHARLES COUTO
20CAPÍTULO XIX - FLORA SOUTO
21Agradecimento
22CAPÍTULO XX - A GOVERNANTA ALBA
23CAPÍTULO XXI - A NOTÍCIA DO JORNAL
24CAPÍTULO XXII -AS VICISSITUDES DE URSULA
25CAPÍTULO 23 - UMA REUNIÃO EM CASA DE
26CAPÍTULO XXIV - A NARRAT IVA DE RODOLFO
27CAPÍTULO XXV - TODA A VERDADE
28CAPÍTULO XXVI - E NADA MAIS DO QUE A
29CAPÍTULO XXVII - APOLOGIA